Você está sentindo vontade de fazer xixi o tempo todo? No momento que vai ao banheiro sente dor ou ardência? E a urina é eliminada em pequenas quantidades? É provável que você esteja com infecção urinária, doença infecciosa e inflamatória que contabiliza cerca de 2 milhões de casos por ano no Brasil. Existe cura para o problema, mas o tratamento precisa ser iniciado rapidamente e de forma adequada para não evoluir para uma infecção renal. Por isso, ao sentir os primeiros sintomas, procure imediatamente seu ginecologista. Veja a seguir respostas às principais dúvidas sobre infecção urinária
1. O que é a infecção urinária?
É uma infecção provocada por microorganismos que atingem o trato urinário. Em geral, a responsável é a bactéria Escherichia coli, presente naturalmente no intestino e importante para a digestão, mas prejudicial para o aparelho urinário. A infecção urinária, então, acaba sendo uma contaminação da uretra e sistema urinário por bactérias da flora intestinal.
2. Como é feito o diagnóstico da infecção urinária?
Em uma consulta médica, são analisados os sintomas do paciente e seu histórico clínico. São pedidos exames de urina tipo I e urocultura com antibiograma para identificar o tipo de bactéria presente e, assim, iniciar o tratamento adequado.
3. Quais são os principais sintomas de infecção urinária?
4. Quem está mais sujeito a ter infecção urinária?
Todos estão sujeitos a ter um ou mais episódios de infecção urinária ao longo da vida, mas é uma doença mais comum entre as mulheres. A uretra feminina é bem mais curta do que a do homem e localiza-se próxima ao ânus, o que facilita o trajeto de micro-organismos para a região. Existem dois momentos mais comuns para a infecção, quando inicia-se a atividade sexual e na menopausa. Durante a relação sexual, a manipulação na região pode favorecer a contaminação da uretra pelas bactérias da flora intestinal. Na menopausa o problema é porque diminuem as taxas de estrógeno, hormônio que protege o trato urinário.
5. Os idosos correm mais risco de ter infecção urinária?
Sim. É uma população com maior número de comorbidades, como diabetes, e resposta imune diminuída. Além disso episódios de incontinência urinária e uso de absorventes e fraldas aumentam o risco da proliferação de bactérias na região.
6. Como prevenir a infecção urinária?
Algumas medidas práticas no dia-a-dia ajudam a prevenir a infecção urinária: beber no mínimo 2 litros de água por dia; urinar depois da relação sexual; evitar roupas íntimas muito justas; trocar absorventes íntimos com frequência e lavar a região íntima com água e sabonete neutro no banho. Após a evacuação, lavar apenas com água, sem exageros para não prejudicar o equilíbrio da flora genital. No caso dos idosos, a troca de roupa íntima, absorventes e fraldas deve ser frequente para evitar umidade na região genital.
7. Como é o tratamento da infecção urinária?
Em geral, o tratamento é feito com antibiótico, indicado pelo seu ginecologista conforme a gravidade dos sintomas, o quadro clínico e o tipo de bactéria encontrado no exame de urina.
8. Quais cuidados devem ser tomados quando a gestante tem infecção urinária ?
As gestantes também são consideradas imunossuprimidas, então, o tratamento deve ser precoce e acompanhado de perto. A qualquer sinal de piora, a grávida deve ser reavaliada. Em alguns casos, é necessário o uso de antibioticoterapia endovenosa e a paciente permanece internada até a melhora dos sintomas.
9. O que fazer para evitar a infecção urinária de repetição?
Em primeiro lugar, é importante tomar os medicamentos durante o tempo recomendado pelo médico mesmo que os sintomas desapareçam rapidamente.
Quem, no entanto, tiver mais de três episódios de infecção urinária durante o período de um ano, deve fazer uma consulta específica com o ginecologista para relatar o problema. Talvez, seja necessário fazer o tratamento por um tempo prolongado para evitar a recorrência.
10. Infecção urinária pode causar problemas mais graves?
Sim. Um deles é a pielonefrite, doença infecciosa e inflamatória. Ela acontece quando as bactérias que causaram a infecção urinária sobem até os rins. Os principais sintomas são febre alta, sudorese, calafrios, mal-estar, náuseas, vômitos, dores lombares, abdominais e pélvicas, sangue ou pus na urina. Precisa ser tratada de forma rápida e adequada para evitar sepse e doença renal crônica que pode, gradualmente, levar à necessidade de diálise ou de transplante dos rins. Por isso, valorize os seus sintomas e busque atendimento médico!
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1. O que é a infecção urinária?
É uma infecção provocada por microorganismos que atingem o trato urinário. Em geral, a responsável é a bactéria Escherichia coli, presente naturalmente no intestino e importante para a digestão, mas prejudicial para o aparelho urinário. A infecção urinária, então, acaba sendo uma contaminação da uretra e sistema urinário por bactérias da flora intestinal.
2. Como é feito o diagnóstico da infecção urinária?
Em uma consulta médica, são analisados os sintomas do paciente e seu histórico clínico. São pedidos exames de urina tipo I e urocultura com antibiograma para identificar o tipo de bactéria presente e, assim, iniciar o tratamento adequado.
3. Quais são os principais sintomas de infecção urinária?
4. Quem está mais sujeito a ter infecção urinária?
Todos estão sujeitos a ter um ou mais episódios de infecção urinária ao longo da vida, mas é uma doença mais comum entre as mulheres. A uretra feminina é bem mais curta do que a do homem e localiza-se próxima ao ânus, o que facilita o trajeto de micro-organismos para a região. Existem dois momentos mais comuns para a infecção, quando inicia-se a atividade sexual e na menopausa. Durante a relação sexual, a manipulação na região pode favorecer a contaminação da uretra pelas bactérias da flora intestinal. Na menopausa o problema é porque diminuem as taxas de estrógeno, hormônio que protege o trato urinário.
5. Os idosos correm mais risco de ter infecção urinária?
Sim. É uma população com maior número de comorbidades, como diabetes, e resposta imune diminuída. Além disso episódios de incontinência urinária e uso de absorventes e fraldas aumentam o risco da proliferação de bactérias na região.
6. Como prevenir a infecção urinária?
Algumas medidas práticas no dia-a-dia ajudam a prevenir a infecção urinária: beber no mínimo 2 litros de água por dia; urinar depois da relação sexual; evitar roupas íntimas muito justas; trocar absorventes íntimos com frequência e lavar a região íntima com água e sabonete neutro no banho. Após a evacuação, lavar apenas com água, sem exageros para não prejudicar o equilíbrio da flora genital. No caso dos idosos, a troca de roupa íntima, absorventes e fraldas deve ser frequente para evitar umidade na região genital.
7. Como é o tratamento da infecção urinária?
Em geral, o tratamento é feito com antibiótico, indicado pelo seu ginecologista conforme a gravidade dos sintomas, o quadro clínico e o tipo de bactéria encontrado no exame de urina.
8. Quais cuidados devem ser tomados quando a gestante tem infecção urinária ?
As gestantes também são consideradas imunossuprimidas, então, o tratamento deve ser precoce e acompanhado de perto. A qualquer sinal de piora, a grávida deve ser reavaliada. Em alguns casos, é necessário o uso de antibioticoterapia endovenosa e a paciente permanece internada até a melhora dos sintomas
9. O que fazer para evitar a infecção urinária de repetição?
Em primeiro lugar, é importante tomar os medicamentos durante o tempo recomendado pelo médico mesmo que os sintomas desapareçam rapidamente.
Quem, no entanto, tiver mais de três episódios de infecção urinária durante o período de um ano, deve fazer uma consulta específica com o ginecologista para relatar o problema. Talvez, seja necessário fazer o tratamento por um tempo prolongado para evitar a recorrência.
10. Infecção urinária pode causar problemas mais graves?
Sim. Um deles é a pielonefrite, doença infecciosa e inflamatória. Ela acontece quando as bactérias que causaram a infecção urinária sobem até os rins. Os principais sintomas são febre alta, sudorese, calafrios, mal-estar, náuseas, vômitos, dores lombares, abdominais e pélvicas, sangue ou pus na urina. Precisa ser tratada de forma rápida e adequada para evitar sepse e doença renal crônica que pode, gradualmente, levar à necessidade de diálise ou de transplante dos rins. Por isso, valorize os seus sintomas e busque atendimento médico!
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