Como escolher um bom ginecologista?
O ginecologista é um médico que está presente em todas as fases da sua vida: puberdade, gravidez, período fértil, climatério e menopausa. Além de orientar sobre cada etapa, avaliar e diagnosticar problemas específicos, ele também acompanha a saúde geral da mulher e faz encaminhamentos para outros especialistas quando necessário. Por isso, é muito importante encontrar um profissional competente, comprometido e disponível para atender suas necessidades. Aproveite o período de fechamento do ano e de novas resoluções para pensar a respeito e veja abaixo o que você deve levar em conta na hora de escolher esse médico.
1. Formação sólida - Um ginecologista formado em uma boa instituição de ensino, com curso de especialização validado no Brasil ou no exterior e atuação em hospitais, clínicas ou órgãos bem conceituados terá mais ferramentas para cuidar da sua saúde. Antes de marcar a consulta, pesquise o currículo do médico.
2. Delicadeza durante os exames feitos no consultório - A consulta ginecológica é uma consulta que precisa de empatia, de respeito e cuidado para que a paciente não se sinta exposta e sim acolhida. Alguns exames podem ser um pouco desconfortáveis, como avaliação das mamas, exame especular e de toque e coleta do papanicolau. Esse atendimento exige sempre um cuidado especial por parte do ginecologista. É preciso orientar e tranquilizar a paciente para evitar incômodos ou até mesmo dor.
3. Anamnese completa - É importante que o ginecologista questione em detalhes o que você sente, hábitos cotidianos, problemas anteriores de saúde, se já fez alguma cirurgia, como foram as gestações e partos, se foi cesariana ou parto normal, como foi o puerpério e amamentação, em que fase do ciclo menstrual se encontra, se sente incômodo ou coceira na região vaginal, se tem vida sexual ativa, se sente dor ou desconforto durante as relações sexuais, se tem doenças crônicas e quais os medicamentos que está tomando no momento da consulta. Importante também saber sobre antecedentes familiares, histórico dos casos de câncer na família e hábitos da paciente.
4. Disponibilidade para consulta em caso de emergência. Se você tiver alguma dor forte, infecção, sangramento ou qualquer outro problema sério, é importante que o ginecologista oriente como você deve proceder e avalie o seu caso no consultório. Se não for possível, pode ser realizada uma teleconsulta detalhada, explicando como proceder e iniciar o tratamento. Eventualmente, pode ser necessário procurar o pronto-socorro, por isso é Importante saber quais fazem parte do seu plano e em quais seu médico orienta ir. Pergunte a ele como é feito o atendimento nessas situações.
5. Boa comunicação. O acesso ao médico é algo importante e que vai dar mais segurança e confiança para você. Converse com ele a respeito disso na primeira consulta. Questione quais seriam os canais para comunicação de resultados de exames, dúvidas ou intercorrências.
6. Boas referências - Se está em busca de um novo ginecologista, converse com amigas ou mulheres da sua família sobre o que está procurando e peça indicações. Fale também com médicos da sua confiança que vão ajudá-la na busca de um profissional capacitado e que combine com seu jeito de ser.
7. Procure um ginecologista que atenda em regiões centrais da sua cidade ou até mesmo em seu bairro. Isso facilita o deslocamento.
8. Busque sites que fazem avaliação dos médicos para você ter uma ideia de como funciona o atendimento daquele profissional.
9. Valorize o comprometimento. O médico deve estar comprometido com o seu trabalho e com a sua paciente. Deve buscar soluções para as suas queixas e esclarecimento para as suas dúvidas, mesmo que seja necessário discutir o caso com colegas.
10. Observe o consultório - As instalações precisam ser organizadas, limpas, bem equipadas, com boa iluminação, com banheiro privado e com espaço razoável. Importante é se sentir bem no espaço!
11. Sinta se há uma boa conexão com o ginecologista - Você precisa se sentir confortável e segura com esse profissional para compartilhar situações íntimas sem pudores ou constrangimentos. Uma boa relação médico-paciente é essencial para que esse acompanhamento seja satisfatório e um bom vínculo estabelecido.
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Como escolher um bom ginecologista?
O ginecologista é um médico que está presente em todas as fases da sua vida: puberdade, gravidez, período fértil, climatério e menopausa. Além de orientar sobre cada etapa, avaliar e diagnosticar problemas específicos, ele também acompanha a saúde geral da mulher e faz encaminhamentos para outros especialistas quando necessário. Por isso, é muito importante encontrar um profissional competente, comprometido e disponível para atender suas necessidades. Aproveite o período de fechamento do ano e de novas resoluções para pensar a respeito e veja abaixo o que você deve levar em conta na hora de escolher esse médico.
1. Formação sólida - Um ginecologista formado em uma boa instituição de ensino, com curso de especialização validado no Brasil ou no exterior e atuação em hospitais, clínicas ou órgãos bem conceituados terá mais ferramentas para cuidar da sua saúde. Antes de marcar a consulta, pesquise o currículo do médico.
2. Delicadeza durante os exames feitos no consultório - A consulta ginecológica é uma consulta que precisa de empatia, de respeito e cuidado para que a paciente não se sinta exposta e sim acolhida. Alguns exames podem ser um pouco desconfortáveis, como avaliação das mamas, exame especular e de toque e coleta do papanicolau. Esse atendimento exige sempre um cuidado especial por parte do ginecologista. É preciso orientar e tranquilizar a paciente para evitar incômodos ou até mesmo dor.
3. Anamnese completa - É importante que o ginecologista questione em detalhes o que você sente, hábitos cotidianos, problemas anteriores de saúde, se já fez alguma cirurgia, como foram as gestações e partos, se foi cesariana ou parto normal, como foi o puerpério e amamentação, em que fase do ciclo menstrual se encontra, se sente incômodo ou coceira na região vaginal, se tem vida sexual ativa, se sente dor ou desconforto durante as relações sexuais, se tem doenças crônicas e quais os medicamentos que está tomando no momento da consulta. Importante também saber sobre antecedentes familiares, histórico dos casos de câncer na família e hábitos da paciente.
4. Disponibilidade para consulta em caso de emergência. Se você tiver alguma dor forte, infecção, sangramento ou qualquer outro problema sério, é importante que o ginecologista oriente como você deve proceder e avalie o seu caso no consultório. Se não for possível, pode ser realizada uma teleconsulta detalhada, explicando como proceder e iniciar o tratamento. Eventualmente, pode ser necessário procurar o pronto-socorro, por isso é Importante saber quais fazem parte do seu plano e em quais seu médico orienta ir. Pergunte a ele como é feito o atendimento nessas situações.
5. Boa comunicação. O acesso ao médico é algo importante e que vai dar mais segurança e confiança para você. Converse com ele a respeito disso na primeira consulta. Questione quais seriam os canais para comunicação de resultados de exames, dúvidas ou intercorrências.
6. Boas referências - Se está em busca de um novo ginecologista, converse com amigas ou mulheres da sua família sobre o que está procurando e peça indicações. Fale também com médicos da sua confiança que vão ajudá-la na busca de um profissional capacitado e que combine com seu jeito de ser.
7. Procure um ginecologista que atenda em regiões centrais da sua cidade ou até mesmo em seu bairro. Isso facilita o deslocamento.
8. Busque sites que fazem avaliação dos médicos para você ter uma ideia de como funciona o atendimento daquele profissional.
9. Valorize o comprometimento. O médico deve estar comprometido com o seu trabalho e com a sua paciente. Deve buscar soluções para as suas queixas e esclarecimento para as suas dúvidas, mesmo que seja necessário discutir o caso com colegas.
10. Observe o consultório - As instalações precisam ser organizadas, limpas, bem equipadas, com boa iluminação, com banheiro privado e com espaço razoável. Importante é se sentir bem no espaço!
11. Sinta se há uma boa conexão com o ginecologista - Você precisa se sentir confortável e segura com esse profissional para compartilhar situações íntimas sem pudores ou constrangimentos. Uma boa relação médico-paciente é essencial para que esse acompanhamento seja satisfatório e um bom vínculo estabelecido.
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