Neste mês, o mundo inteiro realiza campanhas para combater o
câncer de mama. Participe você também dessa causa tão importante
Tudo começou no início dos anos 1990, nos Estados Unidos, quando a irmã de uma paciente que faleceu jovem com câncer de mama criou um movimento de conscientização sobre a doença. A campanha, liderada pela Fundação Susan G.Komen for the Cure, tinha como objetivo disseminar informações, reforçar a importância do diagnóstico precoce, facilitar o acesso ao tratamento e ajudar na redução da mortalidade. O marco da campanha foi a Corrida pela Cura, em Nova York, na qual os participantes ganharam um laço rosa. Com o passar do tempo outras regiões americanas e países europeus aderiram ao movimento, realizado todos os anos no combate ao câncer de mama.
No Brasil, o Outubro Rosa iniciou em 2002, quando iluminaram de rosa o Obelisco, no Ibirapuera, em São Paulo. Pouco a pouco, outros Estados abraçaram a causa, com atividades ligadas ao tema e iluminação de monumentos, como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. Nessa época, o INCA – Instituto Nacional do Câncer – costuma promover eventos técnicos, debates e apresentações sobre o assunto. A SBM – Sociedade Brasileira de Mastologia – sempre começa a campanha com um tema específico. Em 2020, por exemplo, foi “Quanto antes, melhor”, em defesa do diagnóstico precoce. No ano passado, o evento contou com a participação também de algumas celebridades: a cantora Elba Ramalho, a apresentadora Vivian Amorim, a jogadora de futebol feminino Marta Silva.
Hoje, o câncer de mama é o que mais atinge mulheres em todo o mundo. A incidência varia entre as diferentes regiões, com as maiores taxas nos países desenvolvidos. No Brasil, estimou-se 66.280 casos novos de câncer de mama em 2021, o que representa um risco de 61,6 casos a cada 100 mil mulheres.
A boa notícia é que os casos diagnosticados precocemente têm mais chances de cura. Além disso, acredito que ao longo dos anos a adesão às campanhas tem crescido. As mulheres estão cada vez mais conscientes sobre a necessidade de fazer os exames e manter os acompanhamentos médicos.
O autoexame hoje traz a ideia de que as mulheres devem conhecer as suas mamas. Com o toque, é possível verificar formato das mamas, retração e abaulamentos nos mamilos, alterações na pele (avermelhada ou semelhante com casca de laranja), surgimento de nódulo palpável, endurecido e fixo e saída de secreção pela papila. Caso você note a presença de qualquer um desses sintomas, procure imediatamente seu médico.
Vale lembrar: independente do autoexame, faça uma consulta anual ao ginecologista para ser examinada e realizar a mamografia, a principal forma de detecção do câncer de mama. Se você apresentar muitos fatores de risco (veja o post de setembro nesse blog), entretanto, faça consultas a cada seis meses e realize os exames de imagem com maior frequência.
Cuide-se! Hoje e sempre! Sua vida vale muito.
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Tudo começou no início dos anos 1990, nos Estados Unidos, quando a irmã de uma paciente que faleceu jovem com câncer de mama criou um movimento de conscientização sobre a doença. A campanha, liderada pela Fundação Susan G.Komen for the Cure, tinha como objetivo disseminar informações, reforçar a importância do diagnóstico precoce, facilitar o acesso ao tratamento e ajudar na redução da mortalidade. O marco da campanha foi a Corrida pela Cura, em Nova York, na qual os participantes ganharam um laço rosa. Com o passar do tempo outras regiões americanas e países europeus aderiram ao movimento, realizado todos os anos no combate ao câncer de mama.
No Brasil, o Outubro Rosa iniciou em 2002, quando iluminaram de rosa o Obelisco, no Ibirapuera, em São Paulo. Pouco a pouco, outros Estados abraçaram a causa, com atividades ligadas ao tema e iluminação de monumentos, como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. Nessa época, o INCA – Instituto Nacional do Câncer – costuma promover eventos técnicos, debates e apresentações sobre o assunto. A SBM – Sociedade Brasileira de Mastologia – sempre começa a campanha com um tema específico. Em 2020, por exemplo, foi “Quanto antes, melhor”, em defesa do diagnóstico precoce. No ano passado, o evento contou com a participação também de algumas celebridades: a cantora Elba Ramalho, a apresentadora Vivian Amorim, a jogadora de futebol feminino Marta Silva.
Hoje, o câncer de mama é o que mais atinge mulheres em todo o mundo. A incidência varia entre as diferentes regiões, com as maiores taxas nos países desenvolvidos. No Brasil, estimou-se 66.280 casos novos de câncer de mama em 2021, o que representa um risco de 61,6 casos a cada 100 mil mulheres.
A boa notícia é que os casos diagnosticados precocemente têm mais chances de cura. Além disso, acredito que ao longo dos anos a adesão às campanhas tem crescido. As mulheres estão cada vez mais conscientes sobre a necessidade de fazer os exames e manter os acompanhamentos médicos.
O autoexame hoje traz a ideia de que as mulheres devem conhecer as suas mamas. Com o toque, é possível verificar formato das mamas, retração e abaulamentos nos mamilos, alterações na pele (avermelhada ou semelhante com casca de laranja), surgimento de nódulo palpável, endurecido e fixo e saída de secreção pela papila. Caso você note a presença de qualquer um desses sintomas, procure imediatamente seu médico.
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